Virá
Tamanho A3
Impressão com fidelidade de cor
edição enumerada e assinada
acompanha certificado de autenticidade.
Algumas imagens não terminam quando a pintura acaba.
Elas contiuam.
"Virá" existe nesse lugar entre o que já foi e o que ainda está por vir - um estado em travessia.
Virá
Tamanho A3
Impressão com fidelidade de cor
edição enumerada e assinada
acompanha certificado de autenticidade.
Algumas imagens não terminam quando a pintura acaba.
Elas contiuam.
"Virá" existe nesse lugar entre o que já foi e o que ainda está por vir - um estado em travessia.
Primeiras investigações onde técnica e simbolismo se encontram. Obras como Magnólia e Arara marcam a fase de experimentação com a fisicalidade da tinta e a construção de uma linguagem cromática própria. Formato reduzido (20×20 cm) como exercício de síntese.
Primeiras investigações onde técnica e simbolismo se encontram. Obras como Magnólia e Arara marcam a fase de experimentação com a fisicalidade da tinta e a construção de uma linguagem cromática própria. Formato reduzido (20×20 cm) como exercício de síntese.
Mudança de escala e complexidade narrativa. As figuras deixam de ser observação do real para se tornarem arquétipos como símbolos de trabalho, memória e pertencimento.
A paleta se intensifica, a gestualidade se liberta.
Mudança de escala e complexidade narrativa. As figuras deixam de ser observação do real para se tornarem arquétipos como símbolos de trabalho, memória e pertencimento.
A paleta se intensifica, a gestualidade se liberta.
Abstração geométrica como resposta ao olhar sobre Minas Gerais. A paisagem não é retratada, mas traduzida em estrutura visual; planos de cor que se justapõem como mosaico territorial.
A forma se liberta da representação para operar no campo da síntese poética.
Abstração geométrica como resposta ao olhar sobre Minas Gerais. A paisagem não é retratada, mas traduzida em estrutura visual; planos de cor que se justapõem como mosaico territorial.
A forma se liberta da representação para operar no campo da síntese poética.
Tai Cipriano nasceu nas terras mineiras de Campos Altos, no ano de 1992 e encontrou em Florianópolis um lugar para viver e produzir desde 2018. Autodidata, seu processo criativo inicia quando fecha os olhos. É ao deitar, principalmente à noite, que os pensamentos e as imagens borbulham no intuito de serem atendidas às pressas, pedindo para serem escritas, fotografadas e rabiscadas num papel ou no bloco de notas do celular. Suas referências bebem do espaço onírico e metafísico de Giorgio de Chirico, das cores de Almodóvar e do simbolismo de Jodorowsky. As músicas brasileiras, as leituras e o cotidiano também são materiais de investigação e inspiração constante. Em suas obras, Tai Cipriano investiga a identidade, os sonhos, as camadas do cotidiano junto com sentimentos e sensações. O azul profundo, o vermelho vivo e o verde são as cores escolhidas, que refletem a densidade das imagens que rebatem nas pessoas através de diferentes interpretações.
Tai Cipriano nasceu nas terras mineiras de Campos Altos, no ano de 1992 e encontrou em Florianópolis um lugar para viver e produzir desde 2018. Autodidata, seu processo criativo inicia quando fecha os olhos. É ao deitar, principalmente à noite, que os pensamentos e as imagens borbulham no intuito de serem atendidas às pressas, pedindo para serem escritas, fotografadas e rabiscadas num papel ou no bloco de notas do celular. Suas referências bebem do espaço onírico e metafísico de Giorgio de Chirico, das cores de Almodóvar e do simbolismo de Jodorowsky. As músicas brasileiras, as leituras e o cotidiano também são materiais de investigação e inspiração constante. Em suas obras, Tai Cipriano investiga a identidade, os sonhos, as camadas do cotidiano junto com sentimentos e sensações. O azul profundo, o vermelho vivo e o verde são as cores escolhidas, que refletem a densidade das imagens que rebatem nas pessoas através de diferentes interpretações.